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Você tem coragem de tirar a camisa em público?

Cirurgia plástica para corrigir o aumento das mamas é o procedimento mais realizado por homens. Alguns homens têm muita vergonha ao tirar a camisa em público. Além das gordurinhas a mais, a maior preocupação do público masculino é o desenvolvimento anormal das mamas, a chamada ginecomastia. 

 

É o que mostra levantamento realizado em 2013, pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), que constatou que foram realizadas, no Brasil, quase 35 mil cirurgias para corrigir a ginecomastia.

 

Associado a isso, os homens também estão procurando as cirurgias plásticas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), entre 2009 e 2014, a quantidade de procedimentos estéticos realizados pelo público masculino quadriplicou, passando de 72 mil para 276 mil ao ano – o equivalente a 22,5% do total realizado.

 

A ginecomastia ou “hipertrofia mamária” consiste no crescimento das mamas em homens e ocorre, geralmente, na fase da puberdade, quando há um desequilíbrio entre a ação estrogênica e androgênica sobre o tecido mamário masculino.

 

O problema também pode ser chamado de lipomastia ou pseudoginecomastia, se a causa for exclusivamente por acúmulo de gordura na região das mamas. “Para correção cirúrgica, em casos de lipomastia, a recomendação é de uma lipoaspiração comum.

 

No caso do aumento do tecido glandular, é necessária a remoção de toda a glândula mamária. É uma cirurgia como a mamoplastia realizada em mulheres”, explica o cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Alexander Nassif.

 

A doença afeta 65% dos garotos, aproximadamente, entre 14 e 15 anos, mas muitos deles tem o problema corrigido naturalmente na fase adulta. Porém, cerca de 30% dos homens continuam com os sintomas. A doença também é muito frequente em pessoas que fazem uso de esteroides anabolizantes.

 

A cirurgia

Caso o paciente esteja saudável, ele, geralmente, tem alta no mesmo dia. Durante o pós-operatório é necessário usar cinta elástica, por até três meses, realizando drenagem linfática a partir do terceiro dia pós-cirurgia para reduzir o inchaço, a formação de hematomas e a possibilidade de nódulos de fibrose embaixo da pele, que a deixariam irregular.

 

O paciente deve ficar em repouso parcial na primeira semana. Após a segunda semana, ele é liberado para dirigir. Exercícios físicos mais pesados são liberados após um mês.

 

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